quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Sheakespeare ainda inspira

Os melhores momentos da vida são aqueles em que estamos com quem amamos e fazendo o que gostamos. Foi em um momento com esse que assisti pela primeira vez Cartas para Julieta com minha avó.

A comédia romântica dirigida por Gary Winick em 2010 narra a história de uma norte americana Sophia (Amanda Seyfriend) que passa a lua de mel com seu noivo Victor (Gael García Bernal) em Verona. Victor, pouco preocupado com seu relacionamento, vai à Itália em busca de novos sabores para seu futuro restaurante.

Sophia, desapontada com o comportamento do noivo, também encontra algo para se ocupar, ao visitar a casa de Julieta, um dos pontos turísticos da cidade, depara-se com um muro em que mulheres apaixonadas deixam cartas para personagem de Sheakespeare ajuda-las. Assim a jornalista descobre que um grupo de mulheres que as respondem, muito interessada com sua descoberta agrega-se ao grupo.

Em seu intrigante trabalho acha uma carta escrita por uma inglesa à trinta anos que apaixonou-se por um italiano em sua juventude. Curiosa em descobrir o desfecho da história, responde-a dando conselhos para que ela vá à busca de seu verdadeiro amor. A autora da carta, Clarice (Vanessa Redgrave) ao receber a resposta decide procurar com seu neto Charlie (Christopher Egan) quem lhe escreveu, e assim ir à busca de seu verdadeiro amor. Por conseguinte Sophia, a senhora e o charmoso Charlie embarcam na procura por Lorenzo Bartoline, o grande amor de Clarice.

A história passa-se na bonita paisagem da Toscana, A paixão, os sabores e paisagens tornaram o enredo agradável e romântico.  O discurso sobre o amor alcançou a mim e ao público. O filme faz a gente se sentir bem, ao contrário dos velhos clichês onde alguém sempre morria no final, de forma trágica e irremediável.

O interessante do filme não é o que acontece, mas sim como os personagens chegam até lá.
Carolina Dicker

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